
Título: Critica da Razao Negra
Autor: Achille Mbembe
Sinopse: Obra erudita e iconoclasta de um dos maiores teóricos do pós-colonialismo, Crítica da Razão Negra aborda a evolução do pensamento racial na Europa, resgatando o conceito de Negro e de homem-mercadoria. Num mundo em que o neoliberalismo e a reactivação da lógica das raças que ele engendra desencadeiam a universalização tendencial da condição negra convertendo o Negro no paradigma de uma humanidade subalterna , Achille Mbembe apresenta-nos um verdadeiro programa filosófico e denuncia modelos de submissão, depredação e exploração. Inconformada com um quotidiano em que se sujeita ainda o semelhante à lógica mercantil que fora em tempos a da plantação e a da colónia, Crítica da Razão Negra considera urgente a descolonização mental da Europa outrora dominante para combater um fenómeno à escala planetária: o racismo global tecido pelo capitalismo selvagem, no qual todos seremos os novos negros. Acabamento: Brochura. Peso: 369g. Dimensões: 20.9 x 12.9 x 2.3.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Critica da Razao Negra”, de Achille Mbembe, publicado pela editora Antigona, em 2014 e com 312 páginas, integra a categoria Sociologia. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Antigona
Páginas: 312
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: Português de Portugal
ISBN:
ISBN13: 9789726082545
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Antígona revela um interesse persistente por temas que questionam estruturas sociais, políticas e culturais, frequentemente com um tom crítico e reflexivo. O catálogo privilegia obras que exploram a tensão entre indivíduo e sistema, seja por meio de análises filosóficas profundas, narrativas históricas ou ficções distópicas. A linguagem é, em geral, densa e cuidadosa, mas acessível, convidando o leitor a uma imersão que combina rigor intelectual com uma certa urgência existencial. Há uma presença marcante de textos que abordam crises sociais, identidades complexas e dilemas morais, com um ritmo que varia entre o contemplativo e o intenso, dependendo do enfoque narrativo. Essa diversidade se manifesta tanto em obras mais ensaísticas quanto em romances ou relatos biográficos, oferecendo contrastes entre o mais narrativo e o mais informativo.
