
Título: Crítica da razão pura
Autor: Immanuel Kant
Sinopse: Crítica da razão pura, principal obra de Immanuel Kant, divide a história da filosofia em duas: antes e depois da Crítica. Num momento em que a filosofia dividia-se em racionalistas de um lado e empiristas de outro, procurou Kant demonstrar que o nosso conhecimento é, necessariamente, tanto empírico como racional, inaugurando, com isso, uma posição singular no debate filosófico, criando as bases para a Teoria do Conhecimento como disciplina filosófica. Entrar no universo da Crítica da razão pura é aceitar o desafio, colocado pelo próprio Kant, de evitar o dogmatismo sem cair no relativismo; evitar o absoluto sem cair no nada.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Crítica da razão pura”, de Immanuel Kant, publicado pela editora Editora Vozes, em 2020 e com 624 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Vozes
Páginas: 624
Ano: 2020-06-29
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532643248
ISBN13: 9788532643247
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,648
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,70
- Espessura (cm): 2,80
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Vozes oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e acessibilidade, com foco em temas religiosos, filosóficos e sociais. A maior parte das obras dialoga com a tradição cristã, especialmente o catolicismo, abordando desde fundamentos teológicos e hermenêuticos até reflexões sobre espiritualidade e práticas pastorais. Além disso, o catálogo inclui textos que exploram a antropologia cultural, sociologia da religião e educação, com uma linguagem que varia entre o didático e o ensaístico, sempre com atenção ao contexto histórico e cultural. Há obras que propõem exercícios práticos, como vivências para o desenvolvimento pessoal, e outras que se dedicam à análise crítica e interdisciplinar, indicando um equilíbrio entre abordagens mais narrativas e outras mais informativas.
