
Título: Cronica dos Wapshot
Autor: John Cheever
Sinopse: Primeiro romance de John Cheever, A crônica dos Wapshot é o retrato de uma família tradicional e decadente da Nova Inglaterra, cenário dileto das narrativas ácidas e minimalistas do autor, um dos maiores contistas americanos do século XX. Na pequena e depauperada cidade de St. Botholphs, o patriarca da família Wapshot é operador de balsa, o que não é um grande emprego para quem descende de lendários comandantes de navio, mas ele vai levando a vida com a esposa e os filhos. Os filhos crescem, deixam a casa dos pais para começar vida própria em Washington e Nova York, e a narrativa passa a girar em torno deles. Os dois parecem reconquistar o lugar “de direito” da família, mas o individualismo exacerbado e a vacuidade de suas existências são a tônica desta que é uma das grandes narrativas familiares do século XX.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cronica dos Wapshot”, de John Cheever, publicado pela editora Companhia de Bolso, em 2011 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia de Bolso
Páginas: 312
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535919414
ISBN13: 9788535919417
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,258
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia de Bolso apresentam uma variedade que vai do ensaio crítico à narrativa literária, passando por biografias e estudos históricos. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e uma linguagem que combina rigor intelectual com acessibilidade, seja na análise de temas como religião, filosofia e política, seja na construção de personagens e cenários densos e humanos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que exploram conflitos culturais e sociais profundos e outras que valorizam a dimensão poética e a sensibilidade do cotidiano. Em alguns casos, a prosa é mais densa e filosófica, enquanto em outros predomina um ritmo narrativo mais fluido e envolvente, com humor ou lirismo discretos. Essa diversidade permite ao leitor navegar entre textos que dialogam com a tradição intelectual e outros que se aproximam da experiência pessoal e da memória.
