
Título: Cruel Justice (Ben Kincaid)
Autor: William Bernhardt
Sinopse: "A thoroughly entertaining page-turner."
--Phillip Margolin
Leeman Hayes, a black teenager in Tulsa, is accused of brutally murdering a young woman. As attorney Ben Kincaid struggles to pull together a defense, a young boy is falling into the clutches of a child molester. Ten-year-old Abie Rutherford, lonely and desperate for approval, thinks the handsome, smiling stranger in the baseball cap might be that friend he has longed for.
When Abie Rutherford vanishes without a trace one hot summer day, Ben Kincaid, like everyone else in Tulsa, fears the worst. Then a bone-chilling discovery compels Ben to forge a link between the missing boy and the seemingly hopeless case of Leeman Hayes--thereby igniting the fuse for the most explosive courtroom case of Ben's career.
"An enthralling murder mystery . . . The ending is both surprising and explosive."
--The Sunday Oklahoman
Contexto da obra
Como livro em inglês, esta obra costuma ganhar também uma camada própria de interesse editorial e linguístico. “Cruel Justice (Ben Kincaid)”, de William Bernhardt, publicado pela editora Ballantine Books, em 1996 e com 480 páginas, integra a categoria Livros em Inglês. Por isso, o interesse da obra tende a se ampliar quando o leitor considera também a relação com a língua em que ela circula.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 480
Ano: 1996
Edição: 1st ptg.
Linguagem: en
ISBN: 0345408039
ISBN13: 9780345408037
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
