
Título: Cruz de Fogo - 2 Parte
Autor: DIANA GABALDON
Sinopse: 'A cruz de fogo', dividido em dois volumes, traz Jamie Fraser, um bravo guerreiro escocês do século XVIII, consumido por um dilema na colônia da Carolina do Norte, em 1770, para onde foi em busca de viver seu grande amor. Grande proprietário de terras, ele é convocado a liderar uma milícia contra os rebeldes. Sabia, porém, que a independência das colônias era uma questão de tempo - sua mulher, Claire Randall, sua filha, Brianna, e seu futuro genro, Roger, como viajantes do tempo, oriundos do século XX, haviam lhe contado sobre a Revolução Americana. Um conhecimento privilegiado sobre o futuro que ao mesmo tempo era uma benção e uma maldição para a família.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Cruz de Fogo – 2 Parte”, de DIANA GABALDON, publicado pela editora ROCCO, em 2003 e com 766 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: ROCCO
Páginas: 766
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532524346
ISBN13: 9788532524348
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 10,00
- Largura (cm): 1,00
- Espessura (cm): 4,20
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
