
Título: Cry Freedom: Um Grito de Liberdade
Autor: John Briley
Sinopse: Um Grito de Liberdade é a historia do encontro e da consequente amizade entre Steve Biko, um negro sul-africano, radical e ativista, e Donald Woods, um branco sul-africano, liberal e jornalista. Steve Biko morreu em setembro de 1977, enquanto sob custódia da polícia – “sem acusação, sem processo e sem condenação”. Quando de sua morte, Donald Woods predisse, num artigo do Daily Dispatch, que “o nome de Biko iria perseguir o governo da África do Sul até seus últimos dias”. E foi o que aconteceu. O governo sul-africano não contava que a memória de Biko viesse a se tornar, para sempre, o espectro da situação infame que se perpetua, para envergonhar cada dia mais a humanidade. Esta dura e absurda realidade do apartheid é o resultado de CRY FREEDOM, script do filme do mesmo nome, dirigido e produzido por Richard Attenborough, e baseado nas obras Biko e Asking for Trouble, de autoria de Donald Woods. O filme se tornou um estrondoso sucesso por seu caráter de denúncia e luta contra a opressão dos brancos. A mesma ideologia contém o romance, publicado agora pela Bertrand Brasil. De ambos resta uma certeza: CRY FREEDOM é a revelação de uma grande verdade - a revelação da natureza diabólica do apartheid.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cry Freedom: Um Grito de Liberdade”, de John Briley, publicado pela editora Bertrand Brasil, em 1989 e com 357 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 357
Ano: 1989
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora BERTRAND BRASIL apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas intensas e reflexões aprofundadas, transitando entre o romance histórico, o thriller psicológico e o ensaio crítico. O catálogo sugere um interesse por personagens complexos, como jovens mulheres em processos de autodescoberta, figuras históricas envoltas em conflitos políticos e sociais, além de histórias urbanas marcadas por tensões cotidianas. A linguagem varia do poético ao direto, com textos que exploram tanto o drama íntimo quanto o panorama amplo de questões sociais e culturais.
