
Título: Cuentos de Mujeres Solas
Autor: Marcela Serrano (organizadora)
Sinopse: Uno de los méritos principales de este excelente libro de cuentos es que nos encamina hacia un encuentro amoroso y solidario con diferentes tipos de mujeres que nos regalan aquello que sólo la literatura hace posible: traspasar los límites de nuestra propia vida para penetrar en una ajena, la de cualquiera de ellas, perdiendo por instantes la rigidez a la que nos reduce nuestra cotidianidad, irremediablemente pequeña y limitada. No depende de nuestra voluntad controlar el fenómeno de identificación que nos posee: toda mujer reconoce en la otra, aunque sea con temor, una probabilidad de sí misma. Cuentos de Flaubert, O'Connor, Chejov, Cheever, Maupassant, Clarice Lispector, Oscar Wilde and Carlos Fuentes y otros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Cuentos de Mujeres Solas”, de Marcela Serrano (organizadora), publicado pela editora Punto de Lectura, em 2003 e com 329 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Punto de Lectura
Páginas: 329
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8466312781
ISBN13: 9788466312783
Sobre a editora
Os livros da editora PUNTO DE LECTURA apresentam um convite à reflexão por meio de narrativas que exploram as complexidades das relações humanas, da arte e da identidade. A experiência de leitura frequentemente traz personagens imersos em dilemas pessoais profundos, seja no cenário urbano cotidiano ou em contextos históricos e fantásticos, com um tom que varia do introspectivo ao levemente irônico. O catálogo reúne obras que transitam entre o romance psicológico, o suspense e a literatura fantástica, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto direta, sempre focada em revelar camadas sutis da condição humana. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma tensão crescente e mistério, enquanto outras se dedicam a um olhar mais contemplativo e sensível sobre o cotidiano e as emoções.
