
Título: Cultura com aspas
Autor: Manuela Carneiro da Cunha
Sinopse: O livro reúne a produção ensaística da antropóloga Manuela Carneiro da Cunha em mais de 30 anos de trajetória. Com pesquisas realizadas na Amazônia e África Ocidental e professora durante 15 anos nos Estados Unidos, a autora fez da “interface” cultural o fio condutor de sua antropologia. Em paralelo à sua produção acadêmica, Carneiro da Cunha atuou em debates políticos, atribuindo profundidade histórica à compreensão e defesa dos povos indígenas. Seus estudos de teoria antropológica e antropologia histórica tratam da maneira como a “cultura” – com aspas, como ela mesma coloca –, para além do sentido tradicional de condição organizadora, também é reflexivamente constituída e engajada como uma categoria do encontro interétnico. Além disso, Manuela explora as situações de contraste e contato entre sociedades, tratando, entre outros temas, do movimento messiânico canela, direito indigenista, xamanismo, conhecimento tradicional, da etnicidade, catequese e da indigenização da cultura. A obra conta também com textos escritos em coautoria com Eduardo Viveiros de Castro, Mauro W. B. de Almeida e orelha assinada por Marshall Sahlins.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Cultura com aspas”, de Manuela Carneiro da Cunha, publicado pela editora Ubu Editora, em 2017 e com 432 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Ubu Editora
Páginas: 432
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8592886457
ISBN13: 9788592886455
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,485
- Altura (cm): 22,70
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,30
Sobre a editora
Os livros da editora Ubu Editora convidam o leitor a um mergulho em temas densos e contemporâneos, que transitam entre a filosofia, a psicanálise, a crítica social e a reflexão política. A experiência de leitura costuma ser marcada por uma linguagem cuidadosa, que equilibra rigor conceitual e acessibilidade, como se vê em obras que discutem desde a ética da inteligência artificial até questões de identidade e resistência cultural. O catálogo sugere uma preferência por textos que combinam análise crítica com narrativas que provocam o pensamento, muitas vezes atravessadas por tensões entre teoria e vivência, história e atualidade. Há também um cuidado editorial perceptível na apresentação visual e no formato, como em edições que valorizam o diálogo entre texto e imagem, reforçando o aspecto contemplativo e reflexivo da leitura.
