
Título: Cultura E Economia
Autor: Paul Tolila
Sinopse: Título original: "Economie et politique". Na primeira partedefine as grandes questões econômicas que se colocam para um setor cultural já dividido em dois continentes; as atividades ditas clássicas e o campo das indústrias culturais que sustenta o essencial dos empreendimentos. Na segunda, examinaas contribuições econômicas do setor cultural para o desenvolvimento econômico geral em dois planos. Por fim, tenta extrair as linhas de ação para organizar a observação econômicapermanente do setor cultural que permitem às políticas públicas da cultura, dispor de instrumentos e dos conhecimentos necessários ao setor cultural.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Cultura E Economia”, de Paul Tolila, publicado pela editora Iluminuras, em 2009 e com 140 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Iluminuras
Páginas: 140
Ano: 2009-06-06
Edição: Economia
Linguagem: pt
ISBN: 857321273X
ISBN13: 9788573212730
Sobre a editora
Os livros da editora Iluminuras convidam o leitor a uma experiência de leitura que mescla rigor intelectual e sensibilidade estética. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram a densidade da linguagem, seja por meio de poesia, ensaios filosóficos ou narrativas literárias que problematizam dilemas éticos e existenciais. A diversidade temática é marcada por textos que transitam entre a reflexão crítica e a expressão artística, com destaque para abordagens que valorizam a complexidade do olhar sobre a arte, a literatura e a condição humana. Em muitos títulos, percebe-se um tom contemplativo, ora introspectivo, ora incisivo, que desafia o leitor a pensar além da superfície dos temas tratados. A editora parece privilegiar obras que dialogam com tradições literárias e filosóficas, mas que também apresentam rupturas e experimentações formais, como o uso do fragmento, do monólogo ou da linguagem poética com forte carga imagética.
