
Título: Da Bauhaus ao Nosso Caos
Autor: Tom Wolfe
Sinopse: Totalitária, arrogante e repressora dos impulsos naturais. Para o jornalista e romancista Tom Wolfe, a arquitetura do século XX, após a efervescência intelectual da Bauhaus, nas primeiras décadas, passou a produzir prédios que agradam aos críticos de arte e às escolas de arquitetura, mas são abominados por mais da metade das pessoas que neles moram. O que mudou de lá para cá? Segundo Wolfe, uma premissa básica. Antes, o arquiteto procurava interpretar as fantasias do cliente. Depois, passou a impor aos clientes suas próprias e requintadas fantasias. é uma bem-humorada incursão à história dos arranha-céus, do concreto, do vidro, do alumínio e da teoria que os elegeu como elementos ideais para as habitações do nosso tempo. Tudo isso com a irreverência, a criatividade e a elegância características do autor de A fogueira das vaidades.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Da Bauhaus ao Nosso Caos”, de Tom Wolfe, publicado pela editora Rocco, em 1991 e com 103 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Rocco
Páginas: 103
Ano: 1991
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8532500196
ISBN13: 9788532500199
Sobre a editora
Os livros da editora Rocco apresentam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e envolventes, com personagens complexos e temas que exploram tanto conflitos históricos e sociais quanto dilemas íntimos e pessoais. O catálogo revela obras que abordam desde epopeias antigas, como batalhas e mitos, até questões contemporâneas como violência urbana, saúde mental e desafios profissionais. A linguagem varia entre o poético e o direto, com textos que podem ser ao mesmo tempo reflexivos e tensos, ora com ritmo acelerado, ora mais contemplativo. A diversidade editorial permite encontrar títulos que mesclam ficção, ensaio, biografia e literatura juvenil, evidenciando uma preocupação em dialogar com públicos variados, sem perder a profundidade e o rigor narrativo.
