
Título: Damnificados: A novel
Autor: J. J. Amaworo Wilson
Sinopse: Uses magical realism, revolutionary politics, and romantic adventure to bring to life a colorful community of squatters in an imaginary Latin American city. Damnificados is loosely based on the real-life occupation of a half-completed skyscraper in Caracas, Venezuela, the Tower of David. In this fictional version, 600 “damnificados”—vagabonds and misfits—take over an abandoned urban tower and set up a community complete with schools, stores, beauty salons, bakeries, and a rag-tag defensive militia. Their always heroic (and often hilarious) struggle for survival and dignity pits them against corrupt police, the brutal military, and the tyrannical “owners.” Taking place in an unnamed country at an unspecified time, the novel has elements of magical realism: avenging wolves, biblical floods, massacres involving multilingual ghosts, arrow showers falling to the tune of Beethoven’s Ninth, and a trash truck acting as a Trojan horse.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Damnificados: A novel”, de J. J. Amaworo Wilson, publicado pela editora PM Press, em 2016 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: PM Press
Páginas: 272
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781629631172
Sobre a editora
Os livros da editora PM Press costumam mergulhar em temas de resistência social, política radical e movimentos libertários, com narrativas que equilibram rigor histórico e uma voz crítica. O catálogo traz obras que exploram desde revoluções do século XX até movimentos contemporâneos de autonomia e coletividade, frequentemente em contextos de conflito ou transformação social. A linguagem varia entre ensaios densos e relatos íntimos, com ritmo que pode ser tanto analítico quanto imersivo, convidando o leitor a refletir sobre poder, autoridade e solidariedade. Há também espaço para ficções que misturam realismo mágico e crítica social, ampliando o espectro de leitura dentro da mesma linha editorial.
