
Título: Dançarina de Izu
Autor: Kawabata Yasunari
Sinopse: A dançarina de Izu'''', lançado originalmente em 1926, é uma novela baseada em anotações autobiográficas e tem como temas o amor impossível, a solidão e a sexualidade velada, recorrentes na extensa e brilhante obra de Yasunari Kawabata. Neste livro, primeira obra de destaque do autor, um jovem de dezenove anos, da elite japonesa, viaja até a península de Izu, região que fica a oeste da capital Tóquio, e lá trava contato com artistas viajantes, com quem faz amizade, e se encanta com uma artista da trupe; a pequena dançarina Kaoru, de treze anos. A viagem tem início nas termas de Shuzenji, seguindo depois para as de Yugashima. Cruzando as cidades de Oginori e Nashimoto, o estudante chega a uma hospedaria em Yugano. Em companhia dos saltimbancos, na melhor tradição nômade japonesa, segue ao longo do rio Kawazu. Passam a noite na hospedaria Koshuya e finalmente chegam até Shimoda. Nesta novela, a viagem do estudante, a sexualidade guardada e sua solidão são marcas que se sobressaem.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Dançarina de Izu”, de Kawabata Yasunari, publicado pela editora Editora Estação Liberdade, em 2008 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Editora Estação Liberdade
Páginas: 112
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481416
ISBN13: 9788574481418
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,212
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Estaçao Liberdade convidam o leitor a atravessar narrativas que oscilam entre o íntimo e o histórico, o filosófico e o literário, com uma atenção especial à complexidade das emoções e das ideias. Muitas obras se dedicam a explorar conflitos internos e sociais por meio de personagens densos, como protagonistas marcados por desejos ocultos ou por crises existenciais, em ambientes que vão da Europa do século XIX às cidades contemporâneas e à África antiga. O catálogo revela uma preferência por textos que misturam reflexão e invenção, como ensaios que se aproximam da autoficção, e romances que desafiam o romance tradicional, com temas que incluem desde a liberdade acadêmica até o corpo como linguagem estética. O tom, em geral, é mais contemplativo e denso, com ritmo que varia entre a tensão psicológica e a narrativa histórica detalhada.
