
Título: Darkest Powers 1 - Bezwering
Autor: Kelley Armstrong
Sinopse: Het eerste deel in de Darkest Powers Trilogie Het enige wat Chloe Saunders wil is een normaal leven met haar vrienden. De spoken die ze opeens overal ziet, gooien echter roet in het eten. Wanneer ze op school een paniekaanval krijgt, belandt ze in een instituut voor kinderen met gedragsproblemen, Lyle House. De diagnose is schizofrenie. Volkomen overweldigd gaat Chloe akkoord met behandeling. In eerste instantie lijkt er niets vreemds te zijn aan Lyle House, maar als ze de andere inwoners wat beter leert kennen de charmante Simon en zijn duistere, zwijgzame broer Derek, de verwende Tori, en Rae, die iets heeft met vuur slaat bij Chloe de twijfel toe. Geen van hen heeft doorsnee gedragsproblemen. En algauw blijkt Lyle House zeker geen doorsnee instituut
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Darkest Powers 1 – Bezwering”, de Kelley Armstrong, publicado pela editora Overamstel Uitgevers, em 2010 e com 326 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Overamstel Uitgevers
Páginas: 326
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: en
ISBN: 9049501362
ISBN13: 9789049501365
Sobre a editora
Os livros da editora Overamstel Uitgevers apresentam uma variedade que vai do suspense psicológico ao drama histórico, frequentemente explorando conflitos humanos intensos e segredos sombrios. Muitas narrativas se desenrolam em ambientes pequenos ou isolados, como cidades ou vilarejos, onde o passado e o presente se entrelaçam, criando atmosferas densas e cheias de tensão. O catálogo sugere uma predileção por histórias que combinam mistério e emoção, com personagens que enfrentam dilemas morais e situações limite, em estilos que variam do thriller investigativo ao relato intimista. Além disso, há obras que abordam temas como doenças, trauma e relações familiares, sempre com um tom que pode ir do dramático ao reflexivo, sem perder o ritmo envolvente.
