
Título: Darkfire Kiss: (Dragonfire, #6)
Autor: Deborah Cooke
Sinopse: For one woman, he will risk more than his life... Rafferty Powell has exchanged challenge coins with his arch-nemesis Magnus Montmorency, and their next battle will be their last. But Rafferty never expected to meet a woman whose desire for Magnus’ downfall matches his own—and whose presence sparks Rafferty’s long-awaited firestorm. Since facing her own mortality, investigative reporter Melissa Smith has resolved to live without fear. She’s determined to make the seemingly untouchable Magnus pay for his role in ending her friend’s life – no matter the price to herself. When her quest entwines with Rafferty’s, Melissa finds herself risking more than she ever thought possible. Because the heat between them unleashes the darkfire—an awesome force of Pyr legend, one that won’t be sated until everything they know has been tested and remade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Darkfire Kiss: (Dragonfire, #6)”, de Deborah Cooke, publicado pela editora Signet, em 2011 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Signet
Páginas: 416
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0451233492
ISBN13: 9780451233493
Sobre a editora
Os livros da editora Signet costumam apresentar uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e narrativa, transitando entre clássicos da literatura, obras de forte apelo histórico e relatos pessoais intensos. O catálogo sugere um equilíbrio entre textos densos, como biografias e ensaios filosóficos, e narrativas ficcionais que exploram desde o suspense e o drama até o romance e a fantasia. O tom varia do sóbrio e reflexivo ao envolvente e emotivo, com ritmos que podem ser tanto cadenciados, como em obras de época, quanto mais ágeis, típicos de thrillers e mistérios. A variedade de cenários vai desde ambientes históricos e culturais específicos até universos fantásticos e contemporâneos, indicando um recorte editorial que valoriza tanto o contexto social quanto a imaginação criativa.
