
Título: Dave Barry in Cyberspace
Autor: Dave Barry
Sinopse: "RELENTLESSLY FUNNY . . . BARRY SHINES." --People A self-professed computer geek who actually does Windows 95, bestselling humorist Dave Barry takes us on a hilarious hard drive via the information superhighway--and into the very heart of cyberspace, asking the provocative question: If God had wanted us to be concise, why give us so many fonts? Inside you'll find juicy bytes on How to Buy and Set Up a Computer; Step One: Get Valium Nerdstock in the Desert; Or: Bill Gates Is Elvis Software: Making Your Computer Come Alive So It Can Attack You Word Processing: How to Press an Enormous Number of Keys Without Ever Actually Writing Anything Selected Web Sites, including Cursing in Swedish, Deformed Frog Pictures, and The Toilets of Melbourne, Australia And much, much more! "VERY FUNNY . . . After a day spent staring at a computer monitor, think of the book as a kind of screen saver for your brain." --New York Times Book Review
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dave Barry in Cyberspace”, de Dave Barry, publicado pela editora Ballantine Books, em 2010 e com 226 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ballantine Books
Páginas: 226
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: English
ISBN: 0307758680
ISBN13: 9780307758682
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Ballantine Books revela uma preferência por narrativas que exploram intensamente relações humanas complexas, muitas vezes em contextos marcados por mistério, conflito ou transformação pessoal. O catálogo apresenta histórias que transitam entre o suspense policial, dramas familiares e romances com toques de realismo mágico ou sobrenatural, criando um ritmo que alterna entre tensão e momentos de introspecção. As sinopses sugerem também um interesse por personagens em situações-limite, como investigações criminais em ambientes isolados, jornadas de autoconhecimento e confrontos com o passado, sempre com uma linguagem acessível e envolvente.
