
Título: De bar em bar
Autor: Judith Rossner
Sinopse: Em janeiro de 1973, Nova York acorda com as primeiras páginas dos jornais estampando a manchete de um terrivel crime sexual: uma professora irlandesa, de vinte e oito anos, foi encontrada morta em seu apartamento, onde morava sozinha, no West Side de Nova York. Segundo a polícia, fora estuprada e estrangulada, e recebera cerca de vinte facadas por todo o corpo. Porém, não era mais um crime da cidade grande. Roseann Quinn, antes vista apenas como uma jovem católica, de longos cabelos ruivos, óculos de grau, querida e respeitada por todos os amigos, alunos, pais de alunos, a personificação da inocência, enfim, foi se transformando, nos seguidos noticiários da imprensa, numa moça complexada, inquieta, que, à noite, tirava os óculos e procurava, em lugares mal frequentados, companhia para suas noites solitárias e angustiantes, ou seja, levava uma vida dupla. Numa dessas noites encontrou aquele que seria seu assassino.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De bar em bar”, de Judith Rossner, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1978 e com 262 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 262
Ano: 1978
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
