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De Godard a Zé do Caixão

Título: De Godard a Zé do Caixão

Autor: Ivan Cardoso

Sinopse: O cineasta Ivan Cardoso tem um cinema incomum, que valeu o apelido de "Ivampirismo" por Augusto de Campos. Nos anos 70 participou ativamente dos movimentos poético-cinematográficos de vanguarda, ao lado de artistas como Hélio Oiticica e Décio Pignatari, e nos anos 80 dirigiu dois longas-metragens, "O Segredo da Múmia" e "As Sete Vampiras". O que pouca gente sabe é que Ivan sempre anda com sua máquina fotográfica, registrando nesses últimos 30 anos o seu trabalho e o de muitas artistas do cinema e das artes no país. É um livro recheado de fotos preciosas que resgata a memória dos loucos que incendiaram a criação antes da chegada do videotape e do digital. As fotos de Ivan Cardoso são um fiel registro dos atores, poetas, diretores, escritores, cineastas com quem ele cruzou pela vida, muitas vezes no momento em que criavam a sua arte.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De Godard a Zé do Caixão”, de Ivan Cardoso, publicado pela editora Funarte, em 2004 e com 352 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Funarte

Páginas: 352

Ano: 2004

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8575070223

ISBN13: 9788575070222

    Sobre a editora

    Os livros da editora Funarte costumam oferecer uma imersão profunda em temas ligados às artes cênicas, música e cultura brasileira, com uma atenção especial à memória e à pesquisa histórica. A leitura frequentemente envolve narrativas que combinam relatos pessoais, estudos culturais e técnicos, criando um ritmo que alterna entre o didático e o mais narrativo. O catálogo revela obras que dialogam com a identidade cultural nacional, explorando desde a arte moderna até as técnicas de cenografia e iluminação, além de biografias e crônicas que destacam personagens e movimentos artísticos. O tom, por vezes, é contemplativo e reflexivo, convidando o leitor a uma compreensão mais densa do contexto artístico e social.

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