
Título: De Lempicka: A Diva da Era do Automóvel
Autor: Gilles Néret
Sinopse: Tamara de Lempicka (1898-1980) esteve bem no centro da sofisticação do mundo das artes da Paris dos anos 20 e 30. O seu gosto por mulheres bonitas, carros elegantes e pela metrópole moderna, formam o conjunto de motivos para os seus quadros, o que veio a definir e formar o seu estilo artístico. Simultaneamente, Tamara de Lempicka encetava uma nova forma de estar na vida, nos ecrãs, representando um novo conceito feminino, para as novas mulheres, no papel de uma mulher confiante e segura face aos aspectos em mutação do ser feminino e do ser masculino, na nova sociedade. O mesmo sentido de estilo é reflectido através do culto futurista da velocidade, ou, na nova estética do design de objectos domésticos promovida pela Bauhaus, e pelo estilo dandy de George Brummell. A pintura mais famosa de Tamara de Lempicka, o “Auto-Retrato, ou Tamara num Bugatti Verde”, apresenta a artista em pose dandy no feminino, numa fresca elegância. Seja como artista Art-Déco, pós Cubista, ou Neo Classicista, de Lempicka influenciou o gosto de um imenso público abastado e cosmopolita que se identificava com o seu trabalho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De Lempicka: A Diva da Era do Automóvel”, de Gilles Néret, publicado pela editora Taschen, em 1999 e com 96 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Taschen
Páginas: 96
Ano: 1999
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora TASCHEN convidam o leitor a uma experiência visual intensa, marcada por reproduções em grande formato e detalhamento minucioso. Seu catálogo costuma explorar temas que transitam entre a arte, a arquitetura, a história cultural e a fotografia, revelando desde manuscritos medievais até a evolução do design e da cultura pop. A leitura desses volumes combina textos informativos com imagens que dialogam diretamente com o conteúdo, criando um ritmo que é tanto didático quanto contemplativo. Embora haja uma forte presença de obras sobre mestres clássicos e movimentos artísticos, também se encontram títulos que abordam histórias visuais contemporâneas e fenômenos culturais, com variações entre narrativas mais documentais e outras mais ensaísticas.
