
Título: De Mariazinha A Maria
Autor: Marta Suplicy
Sinopse: Segundo a autora: "Este livro pretende ser uma reflexão sobre sentimentos das mulher tais como: a nossa necessidade de agradar, o medo que temos de crescer, de arriscar, o receio de experimentar o novo e fracassar ou de 'dar certo' e ter que conviver com o aumento de responsabilidade, a busca de segurança, as nossas culpas variadas...muitos homens também experimentam esses sentimentos, mas aqui eles são analisados dentro do contexto que é particular da condição feminina. Espero que este livro ajude na identificação dos sentimentos que nos tolhem como pessoa, mostre que aquilo que nos parece ruim ou vergonhoso é comum a muitas de nós, e que, apesar de toda a educação para sermos Mariazinha, nós podemos nos tornar Maria. E, para você, homem, que por aqui se aventurar, que essas reflexões o ajudem a melhor nos entender."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De Mariazinha A Maria”, de Marta Suplicy, publicado pela editora Vozes, em 1985 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vozes
Páginas: 296
Ano: 1985
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes convidam o leitor a um contato profundo com temas que transitam entre o espiritual, o educacional e o filosófico, frequentemente com uma abordagem reflexiva e didática. A experiência de leitura é marcada por textos que ora se apresentam como instrumentos práticos — como manuais para projetos ou guias para catequese — ora se aprofundam em análises filosóficas e sociológicas, revelando um tom sério e contemplativo. Muitas obras exploram a dimensão da fé, da mística e da oração, enquanto outras investigam questões da psicologia, pedagogia e ética, oferecendo uma diversidade que, apesar de ampla, mantém um foco na formação do indivíduo e da comunidade. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas, como memórias e parábolas, e textos de caráter mais informativo e teórico, com linguagem acessível e estruturada para diferentes públicos, desde estudantes até leitores interessados em espiritualidade e ciências humanas.
