
Título: De Olho Em Mário De Andrade
Autor: André Botelho
Sinopse: A trajetória de Mário de Andrade está profundamente ligada à da moderna cultura brasileira. Líder do movimento modernista, Mário participou da Semana de Arte Moderna de São Paulo, escreveu obras importantes, como Macunaíma, e, acima de tudo, viveu intensamente o espírito modernista nas mais diversas esferas. Nas artes, procurou promover o diálogo criativo entre formas populares e eruditas; a partir da música, estudou e refletiu sobre as mais diversas manifestações artísticas; como intelectual e homem público, experimentou e praticou a tão almejada renovação cultural. Com a ajuda de mais de trinta fotos e pinturas que ilustram a vida de Mário de Andrade, André Botelho apresenta esse poeta, romancista, contista, cronista, fotógrafo, colecionador, pianista, professor e leitor inveterado, que um dia se definiu dizendo: “Eu sou trezentos, sou trezentos-e-cinquenta”.
Contexto da obra
Nas biografias, obras como esta costumam chamar atenção pelo encontro entre trajetória pessoal e contexto histórico. “De Olho Em Mário De Andrade”, de André Botelho, publicado pela editora Claro Enigma, em 2012 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Biografias. Por isso, o livro tende a ganhar mais profundidade quando o leitor observa também o mundo que se desenha ao redor da trajetória narrada.
Editora: Claro Enigma
Páginas: 144
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581660142
ISBN13: 9788581660141
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,187
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Claro Enigma convidam a uma leitura que combina clareza e profundidade, com temas que vão desde questões ambientais urgentes até reflexões históricas e culturais. O catálogo apresenta obras que dialogam com o presente, como debates sobre mudanças climáticas e desafios sociais, mas também mergulham em narrativas do passado, incluindo história, filosofia e literatura brasileira. A linguagem costuma ser acessível, muitas vezes com um tom didático e ilustrativo, como em livros que usam quadrinhos para explicar filosofia ou guias práticos para jovens leitores. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre textos mais informativos e outros de natureza narrativa e poética, com ritmo que varia do fluido ao fragmentado, conforme o tema e público.
