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De quando éramos iguais

Título: De quando éramos iguais

Autor: Eduardo Sens

Sinopse: SINOPSE: No centésimo quinto júri da sua carreira, o promotor responsável pela acusação reconhece no banco dos réus um amigo de infância. Sem ter como voltar atrás, e atordoado com a revelação, ele decide seguir no caso, quando então rememora um episódio marcante da sua infância: a morte de um funcionário da escola, que tem mais a revelar sobre si mesmo do que ele jamais imaginaria. * A ética da alteridade aparece em cada linha e a narrativa é objetiva e pontual. Falar de injustiça é mesmo falar do humano. – Andréa Pachá, escritora, juíza de direito * Um livro primoroso. Não me recordo de ter visto nada semelhante. – Enéas Athanázio, escritor * Fazia muito tempo que eu não sentia tanta emoção ao ler um livro. Simplesmente maravilhoso. Já são 09h40 de segunda-feira e eu ainda continuo naquele tribunal do júri. E acho que vou levar muito tempo pedindo perdão ao Tainho. – Aristeu Xenofontes Lenzi, promotor de justiça

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “De quando éramos iguais”, de Eduardo Sens, publicado pela editora Editora Penalux, em 2019 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Editora Penalux

Páginas: 140

Ano: 2019

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN:

ISBN13: 9788558335065

    Sobre a editora

    Os livros da editora Editora Penalux oferecem uma experiência literária marcada por uma forte presença da poesia e da prosa reflexiva, com um foco evidente na exploração da subjetividade humana e das emoções. Muitas obras convidam o leitor a um mergulho íntimo, seja por meio de versos que abordam temas como a existência feminina, a morte, a memória e o luto, ou por narrativas que transitam entre o real e o subjetivo, com uma linguagem que ora é lírica e sensorial, ora analítica e crítica. O catálogo sugere uma preferência por textos que valorizam o lirismo e a densidade emocional, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto pulsante, e que frequentemente propõem uma reflexão sobre o tempo, a identidade e as relações humanas.

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