
Título: De Segunda a um Ano
Autor: John Cage
Sinopse: De Segunda a um ano é o primeiro e único livro escrito por John Cage publicado no Brasil. Com tradução de Rogério Duprat e Augusto de Campos, trata-se de um mosaico de ideias, citações e histórias, envolvendo artistas como Miró, Duchamp e Rauschenberg, músicos como Schoenberg e Henry Cowell e, ainda, pensadores como Buckminster Fuller e Marshall Mcluhan.Cage apresenta cada capítulo com uma estrutura particular, dispondo o texto de forma única em sua visualidade, para falar de temas como política, arte, música e poesia, além de seu especial interesse por cogumelos.Um dos maiores artistas modernos, John Cage (1912-1992) é o inventor do piano preparado (em que objetos introduzidos entre as cordas alteram o som do instrumento), além de ter sido um dos primeiros artistas a fazer um happening, evento que reúne performances simultâneas das mais variadas expressões artísticas.
Contexto da obra
Na área de Música, obras como esta costumam ganhar força quando articulam escuta, repertório e contexto cultural. “De Segunda a um Ano”, de John Cage, publicado pela editora Cobogó, em 2013 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Música. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode servir tanto à memória quanto ao estudo e à escuta.
Editora: Cobogó
Páginas: 208
Ano: 2013
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560965505
ISBN13: 9788560965502
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,427
- Altura (cm): 23,60
- Largura (cm): 20,40
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
Os livros da editora Cobogó costumam apresentar uma experiência de leitura que combina rigor documental e sensibilidade artística, frequentemente explorando o universo das artes visuais, da música e do teatro. O catálogo revela obras que transitam entre o relato histórico e o ensaio crítico, com textos que aprofundam processos criativos, bastidores culturais e debates contemporâneos. Há uma atenção especial à construção de narrativas que dialogam com contextos políticos e sociais, como a denúncia da violência, a memória cultural e as questões identitárias, sempre com um tom que pode variar do poético ao didático. Essa diversidade se manifesta em obras que ora privilegiam o formato de entrevistas e depoimentos, ora se dedicam à análise detalhada de álbuns musicais ou à documentação de performances artísticas.
