
Título: De Volta à Pangeia: O Despertar Da Consciosofia
Autor: Salazar Sidnei
Sinopse: “O autor Sidnei Salazar nos mostra, nesta narrativa, a possibilidade de alcançar a utopia no conceito original da palavra descrita por São Thomas More. Deslumbra-nos com um mundo que prima pela igualdade entre seus habitantes, pelo desenvolvimento sustentável e pela solidariedade, recheado de aventura, romance e suspense.” Franz Dreier — “‘De Volta à Pangeia’” propõe-nos reflexões e autoanálise. Enquanto o mundo exterior degrada-se de forma assustadora, a Hueya encontra seu equilíbrio nos valores humanos. A utopia existe e se mostra aqui, numa aventura ‘profunda’ e cativante.” Júlio V. R. Lopes — “Felizes de nós que contamos com escritores como Sidnei Salazar, para nos levar a uma jornada épica fantástica e de perder o fôlego. Em ‘De Volta à Pangeia’ somos transportados a um mundo de ficção (será?) incrível como toda boa história, com detalhes impressionantes e que nos evoca a vontade de sairmos à procura da entrada para esse mundo. Leitura obrigatória.” Maria Tereza Germani — “À premissa de uma nova e futura visão, ‘De Volta à Pangeia’ torna-se indispensável.” Filippi S. Timo
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “De Volta à Pangeia: O Despertar Da Consciosofia”, de Salazar Sidnei, publicado pela editora Livrus, em 2012 e com 388 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Livrus
Páginas: 388
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8564855305
ISBN13: 9788564855304
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,585
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora Livrus apresentam uma diversidade que transita entre reflexões profundas sobre o comportamento humano e narrativas que exploram universos fantásticos e existenciais. O catálogo revela uma preferência por textos que convidam à introspecção, seja por meio de crônicas cotidianas, ensaios críticos ou ficções que misturam filosofia e aventura. A linguagem varia do didático ao poético, com um ritmo que ora é contemplativo, ora mais tenso e envolvente. Há obras que abordam temas sociais e psicológicos com uma abordagem direta e outras que se entregam à fantasia e à mitologia, criando contrastes que enriquecem a experiência do leitor.
