
Título: DEADLY CLASS - CRIANÇAS DO BURACO NEGRO - VOL. 2
Autor: Remender Rick
Sinopse: Estamos em 1988, e Marcus Lopez está se adaptando à Escola de Artes Mortais dos Reis Soberanos, uma instituição secreta onde a futura geração dos assassinos mais letais do mundo é treinada. Ele tem uma namorada, um círculo de amigos e está aprendendo um ofício: a arte de matar. Mas a juventude brutal de Marcus vem à tona, ameaçando revelar segredos que ele esconde há muito tempo nas cinzas do passado. Segredos que colocam em risco a vida de todos ao seu redor. Junte-se à aclamada equipe criativa formada pelo roteirista RICK REMENDER (Black Science), o artista WES CRAIG (Batman) e o colorista LEE LOUGHRIDGE (Fear Agent) para conhecer o mundo clandestino dos anos 1980 através dos olhos dos adolescentes mais perigosos e problemáticos da face da Terra.
Contexto da obra
Nos mangás, HQs e quadrinhos, o contexto do livro costuma nascer do encontro entre imagem, ritmo e narrativa. “DEADLY CLASS – CRIANÇAS DO BURACO NEGRO – VOL. 2”, de Remender Rick, publicado pela editora Devir Livraria, em 2019 e com 128 páginas, integra a categoria Mangás, Hqs e Quadrinhos. Na prática, isso ajuda a perceber melhor o papel da linguagem visual na experiência do livro.
Editora: Devir Livraria
Páginas: 128
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857532747X
ISBN13: 9788575327470
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,255
- Altura (cm): 26,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Devir Livraria conduzem o leitor por narrativas que transitam entre aventuras históricas, universos fantásticos e tramas de suspense com ritmo intenso. O catálogo apresenta obras que mesclam o épico e o contemporâneo, com histórias que vão desde expedições no Brasil colonial até conflitos em cenários urbanos e futuristas. A linguagem varia entre o visual das graphic novels e o texto denso, com personagens que enfrentam dilemas humanos profundos e conflitos sobrenaturais. Há obras que exploram desde a ação e o mistério até a introspecção e o cotidiano, sempre com um tom que privilegia a construção de atmosferas envolventes e, por vezes, sombrias.
