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Declaraçao - Isto Nao E Um Manifesto

Título: Declaraçao - Isto Nao E Um Manifesto

Autor: Hardt Michael

Sinopse: No contexto da crise social e política corrente, como entender o ciclo de lutas que nasceu na Tunísia, floresceu nos países árabes, passou pela Europa, acampou em Wall Street e hoje toma conta das ruas brasileiras? O que exige a multidão? Quais as estratégias possíveis para criar novas formas de governar? Através da investigação das condições sociais e políticas em que essas lutas se originaram, os filósofos Antonio Negri e Michael Hardt atacam as quatro figuras subjetivas produzidas pela crise: o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado. Trata-se de um convite para que cada um se liberte daquilo que o mantém oprimido - seja a dívida, a mídia, o medo, ou a despotencialização política. O objetivo dessa declaração é simples: contribuir para a construção de uma sociedade mais horizontal, fundada naquilo que é comum.

Contexto da obra

Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “Declaraçao – Isto Nao E Um Manifesto”, de Hardt Michael, publicado pela editora N-1 edições, em 2016 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.

Editora: N-1 edições

Páginas: 144

Ano: 2016

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8566943090

ISBN13: 9788566943092

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,140
  • Altura (cm): 17,00
  • Largura (cm): 12,00
  • Espessura (cm): 1,00

Sobre a editora

Os livros da editora N-1 Ediçoes convidam o leitor a uma imersão em textos densos que transitam entre filosofia, política, arte e crítica social. A experiência de leitura costuma exigir atenção cuidadosa a conceitos complexos, com narrativas que oscilam entre o ensaio rigoroso e a reflexão poética, muitas vezes atravessadas por diálogos e cartas inéditas. O catálogo privilegia temas como o corpo, a temporalidade, a crítica ao racismo e às estruturas coloniais, além de explorar a relação entre arte e subjetividade. A linguagem é ao mesmo tempo densa e instigante, com ritmo que pode variar do mais contemplativo ao mais tenso, e um tom que mistura o didático com o experimental. Em meio a essa diversidade, há obras que se aproximam da filosofia política, outras que se dedicam a análises culturais e algumas que propõem cartografias conceituais para pensar o presente.

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