
Título: Dejemos hablar al viento
Autor: Juan Carlos Onetti
Sinopse: La tentación de ser Dios, dice el narrador de esta novela, 'cuando es genuina, prefiere visitar a los muy pobres, a los desesperanzados, a los que no cayeron en la trampa de un destino ordenado'. Algo de esa omnipotencia sobrevive en el desencanto, la resignación y el cinismo de Medina, el enfermero casi médico que llegó a Lavanda bajo la protección de la inefable Frieda von Kliestein, alejado de Santa María y de su pasado de comisario pendenciero. Medina, además, pinta, y busca mujeres que, más que modelos reales, parecen salir del interior mismo de la tela. En la historia oscura de la que es el centro, él y los personajes que lo rodean se mueven cómodos entre la abyección y la farsa, y el lector puede estar seguro de que todos ellos tienen la percepción, inequívoca, de haber perdido definitivamente la oportunidad del paraíso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dejemos hablar al viento”, de Juan Carlos Onetti, publicado pela editora Punto de Lectura, em 2008 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Punto de Lectura
Páginas: 288
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 9875780928
ISBN13: 9789875780927
Sobre a editora
Os livros da editora PUNTO DE LECTURA apresentam um convite à reflexão por meio de narrativas que exploram as complexidades das relações humanas, da arte e da identidade. A experiência de leitura frequentemente traz personagens imersos em dilemas pessoais profundos, seja no cenário urbano cotidiano ou em contextos históricos e fantásticos, com um tom que varia do introspectivo ao levemente irônico. O catálogo reúne obras que transitam entre o romance psicológico, o suspense e a literatura fantástica, com uma linguagem que pode ser tanto poética quanto direta, sempre focada em revelar camadas sutis da condição humana. Em algumas obras, o ritmo é marcado por uma tensão crescente e mistério, enquanto outras se dedicam a um olhar mais contemplativo e sensível sobre o cotidiano e as emoções.
