
Título: Demônio Familiar, O
Autor: José de Alencar
Sinopse: O demônio familiar, encenada pela primeira vez em 1857, é uma comédia de costumes que mostra de modo leve questões cotidianas de uma família fluminense de classe média do século XIX. Pedro, um escravo — ao qual o autor dá contornos satíricos —, se utilizará de muita vivacidade e malícia para satisfazer os seus próprios interesses. Alencar, ao tentar reproduzir um retrato da vida e da sociedade, aproxima-se do modelo da comédia francesa de então, tendo Dumas Filho e Molière como principais influências. A sátira social acrescida à espontaneidade dos diálogos são os elementos que dão a naturalidade que o autor busca para conceber um texto que, antes de um viés cômico, apresente um efeito moral.
Contexto da obra
No teatro, obras como esta costumam ser lidas entre página, voz e cena. “Demônio Familiar, O”, de José de Alencar, publicado pela editora Martin Claret, em 2013 e com 152 páginas, integra a categoria Livros de Teatro. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor a obra como texto e também como gesto dramático.
Editora: Martin Claret
Páginas: 152
Ano: 2013
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572325654
ISBN13: 9788572325653
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,120
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,50
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Martin Claret oferecem uma experiência de leitura que combina profundidade psicológica e riqueza histórica, transitando por narrativas que exploram tanto conflitos existenciais quanto contextos sociais e culturais marcantes. As obras frequentemente apresentam personagens complexos, cujas jornadas envolvem dilemas morais, transformações pessoais e críticas sociais, tudo isso em cenários que vão da Idade Média europeia a paisagens brasileiras e ambientes urbanos. O catálogo revela um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances clássicos e biografias, e outros de caráter analítico ou ensaístico, que abordam temas sociais, filosóficos e históricos com rigor. A linguagem tende a variar entre o refinado e o acessível, convidando leitores que apreciam tanto a literatura de ficção quanto obras informativas e formativas.
