
Título: Demorei a Gostar da Elis
Autor: Alexandra Lopes da Cunha
Sinopse: Demorei a gostar da Elis” é um romance que retrata uma geração: A dos que nasceram entre o final dos anos sessenta e início dos setenta, a “Geração Coca-Cola”, como cantou Renato Russo, que viveu o Milagre Brasileiro, a hiperinflação, a democratização, a década perdida e o que seguiu. Os personagens Libertad Dias da Costa e José Brasil Bataglia Vergueiro encontram-se num momento difícil e é por esta dor que as memórias vividas começam a surgir no reencontro. Colegas de escola na infância, com adolescências separadas e diferentes juventudes, suas experiências de vida: maternidade, paternidade, desamor e morte se confundem com a desesperança dos dias atuais. É na vida adulta que as lembranças se adensam. Narradores se alternam em capítulos não lineares sob a musicalidade das epígrafes de canções que marcaram os anos 70, 80 e 90 vividos intensamente pelas personagens.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Demorei a Gostar da Elis”, de Alexandra Lopes da Cunha, publicado pela editora Kazuá, em 2017 e com 246 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kazuá
Páginas: 246
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555650758
Sobre a editora
Os livros da editora Kazua convidam o leitor a navegar por narrativas que transitam entre a intimidade das crônicas cotidianas e a reflexão sobre temas históricos ou fantásticos. O catálogo mostra um interesse por personagens que enfrentam dilemas humanos profundos, ora com humor sutil, ora com uma linguagem mais densa e crítica. A diversidade de cenários vai do espaço urbano contemporâneo às paisagens imaginárias, passando por ambientes históricos e culturais variados, o que cria um ritmo de leitura que ora é fluido e leve, ora mais contemplativo e elaborado. A presença de vozes que exploram a subjetividade, a memória e a existência humana é um traço marcante, assim como o uso de estilos que vão do naturalismo direto a um lirismo consciente e estruturado.
