
Título: Dente de Leão
Autor: Mia Dailan
Sinopse: Na certa, você já viu muitos vídeos do tipo time-lapse, desses que mostram em poucos segundos a dança dos astros no céu, o vaivém das marés ou a gestação de um ser vivo. No entanto eu duvido que você alguma vez tenha visto um espetáculo assim se descortinar somente por meio de palavras. Até agora. Essa é a mágica de Dente de leão, livro de estreia da talentosa Mia Dailan. Ele contém o tempo de uma vida pronta — eu não disse acabada, mas pronta —, contém o tempo de uma vida se preparando para o que der e vier e mais: deixa que a gente vislumbre as fases necessárias e imensuráveis de tal florescimento na brevidade de uma leitura. Nesse aspecto, Mia é didática. O livro que você tem em mãos, afinal, divide-se em três partes: Semente, Folha e Flor. Mas também as pistas se encerram aí. Como ela mesma diz, poesia é sobre “não ter medo”, “sair da passividade da vontade”, “não mais fingir que não vejo”. Conceber uma interpretação para um poema só parece uma miudeza, mas é das coisas mais complexas que há. Por isso é um ensaio — para outras complexidades da vida. Breno Fernandes, escritor
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dente de Leão”, de Mia Dailan, publicado pela editora Ixtlan, em 2018 e com 67 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Ixtlan
Páginas: 67
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788581976907
Sobre a editora
Os livros da editora Ixtlan oferecem uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com forte presença de temas existenciais e emocionais. O catálogo revela histórias que exploram conflitos internos, como lutas contra vícios, depressão e memórias dolorosas, além de aventuras que misturam fantasia e jornadas de autoconhecimento. A linguagem varia entre o acessível e o reflexivo, com obras que podem ser mais narrativas e outras que adotam um tom mais ensaístico ou poético. O ritmo das obras oscila entre momentos de tensão dramática e passagens contemplativas, convidando o leitor a mergulhar em universos pessoais e coletivos.
