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Depois de Leonel Brizola

Título: Depois de Leonel Brizola

Autor: Gilberto Felisberto Vasconcellos

Sinopse: “O processo espoliativo é o problema fundamental. Todos os demais são secundários ou conseqüências”. Leonel Brizola, filho espiritual (tal qual Jango) de Getúlio Vargas, trazia um diálogo mantido com este, que não lhe permitiria sair da rota, como se fosse uma espécie de superego. Para ele, a Carta Testamento foi uma escola política, um objeto de devoção, um totem, um documento, um roteiro, do qual não poderia de modo algum se afastar como homem público. Este livro trata do homem, mas com olhar especial para o legado. Ele não criou uma teoria do brizolismo. Sofreu um golpe de Estado em 1964 que o impediu de ser presidente da República a fim de atualizar as diretrizes básicas da Carta Testamento. Aprontaram-lhe o diabo para cortar seu sonho, seu desejo, sua missão, que nunca foi absolutamente passeio narcíseo ou hedonista tal qual a curtição de FHC e Lula com as galas e os gozos mundanos do poder. O que nos deixou Leonel Brizola? O que seria diferente se ainda estivesse em ação?

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Depois de Leonel Brizola”, de Gilberto Felisberto Vasconcellos, publicado pela editora Caros Amigos Editora, em 2008 e com 76 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Caros Amigos Editora

Páginas: 76

Ano: 2008

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8560814175

ISBN13: 9788560814176

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Gilberto Felisberto Vasconcellos conduz a um mergulho crítico e denso na realidade política e social brasileira, com um tom que varia entre a análise ácida e a reflexão profunda. O ritmo dos textos tende a ser direto e incisivo, com foco em desmontar discursos oficiais e examinar as contradições do poder e da mídia. A tensão surge da confrontação entre narrativas oficiais e perspectivas alternativas, criando um ambiente de questionamento constante. A prosa privilegia o conteúdo argumentativo, sem se prender a ornamentos, o que reforça a sensação de urgência e engajamento intelectual. O leitor é convidado a acompanhar uma crítica que não se limita a fatos, mas busca desvelar as estruturas que moldam o Brasil contemporâneo, deixando em aberto perguntas sobre democracia, exclusão social e o papel das instituições.

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