
Título: Descrever O Visivel
Autor: Marcius Freire
Sinopse: Compondo um estudo sobre a utilização do cinema como instrumento de pesquisa antropológica e etnográfica, Descrever o visível é o resultado de anos de trabalho de antropólogos-cineastas, sob a organização de Marcius Freire e Phillipe Lourdou, ambos partícipes da escola de Nanterre de documentário antropológico criada por Jean Rouch. Reunindo dez textos relevantes a respeito da chamada antropologia fílmica, a obra apresenta, por meio de reflexões conceituais e estudos de caso, olhares diversos - mas, não raro, convergentes - sobre os procedimentos de mise en scène do documentarista frente aos inúmeros desafios que esse tipo de aproximação do objeto de estudo acarreta - desde as dificuldades de inserção em algumas sociedades não acostumadas ao ''''intruso'''' cineasta, passando pela quase sempre inevitável perda de naturalidade ocasionada pela presença da câmera e chegando à perigosa fase de edição. O que mostrar, como mostrar e por que mostrar são questões primordiais e cotidianas ao documentário antropológico e norteiam as ponderações presentes nos dez textos que integram o livro.
Contexto da obra
Na área de Artes, livros como este costumam interessar pelo repertório visual e pela reflexão estética. “Descrever O Visivel”, de Marcius Freire, publicado pela editora Estação Liberdade, em 2010 e com 320 páginas, integra a categoria Livros de Artes. Esse contexto costuma ser útil para perceber como o livro pode ampliar olhar e sensibilidade.
Editora: Estação Liberdade
Páginas: 320
Ano: 2010
Edição: Artes e Cultura
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8574481777
ISBN13: 9788574481777
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,362
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Estação Liberdade convidam o leitor a mergulhar em narrativas que exploram a memória, a identidade e as tensões sociais, muitas vezes em contextos históricos ou culturais específicos. O catálogo privilegia obras que transitam entre o romance sensível e a reflexão crítica, com personagens que enfrentam dilemas profundos, como a perda, a opressão ou a busca por sentido. A linguagem frequentemente alia um tom introspectivo a uma construção cuidadosa, que pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, envolvendo temas como o impacto da guerra, a transição cultural e o questionamento da normalidade social. Há também espaço para textos que dialogam com a filosofia, a crítica literária e a biografia, ampliando o horizonte de leitura para públicos que apreciam tanto o narrativo quanto o ensaístico.
