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Desenvolvimento Como Liberdade

Título: Desenvolvimento Como Liberdade

Autor: Amartya Sen

Sinopse: O Nobel de Economia Amartya Sen nunca se contentou com os limites convencionais da ciência econômica. A chamada "economia do desenvolvimento", surgida nos anos 1950 como um ramo de estudo em separado, preocupava-se com os meios para promover o crescimento da renda per capita. Acreditava-se numa relação diretamente proporcional entre renda, consumo e satisfação. Sen tem contribuído bastante para refutar as falsas hipóteses que sustentam essa crença aparentemente inócua. Sen construiu sua visão alternativa apoiado na convicção de que a promoção do bem-estar (o que se quer afinal com o desenvolvimento) deve orientar-se por uma resposta adequada à pergunta ética por excelência: onde está o valor próprio da vida humana? Na vida de qualquer pessoa, certas coisas são valiosas por si mesmas, como, por exemplo, estar livre de doenças evitáveis, escapar da morte prematura, estar bem alimentado, ser capaz de agir como membro de uma comunidade, agir livremente e não ser dominado pelas circunstâncias, ter oportunidade para desenvolver suas potencialidades. Há muitos males sociais que privam as pessoas de viverem minimamente bem: a pobreza extrema, a fome coletiva, a subnutrição, a destituição e marginalização sociais, a privação de direitos básicos, a carência de oportunidades, a opressão e a insegurança econômica, política e social. Eles compartilham, diagnostica Sen, uma mesma natureza: são variedades de privação de liberdade. Desenvolvimento como liberdade é uma síntese - escrita com bastante clareza e para leitores não- especialistas - das vantagens teóricas e práticas de uma idéia radical: o desenvolvimento é essencialmente um processo de expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam.Trata-se de um livro fundamental para entender, sob ângulos não-convencionais, a situação econômica e social de países pobres ou em desenvolvimento, como o Brasil, bastante presente nas análises de Sen, que ilustra suas idéias com um grande número de surpreendentes e esclarecedores dados comparativos entre os diversos países.

Contexto da obra

Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Desenvolvimento Como Liberdade”, de Amartya Sen, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2000 e com 416 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 416

Ano: 2000

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8571649782

ISBN13: 9788571649781

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,669
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 2,20

Sobre o autor

A leitura dos livros de Amartya Sen traz à tona uma combinação de rigor intelectual com uma preocupação ética profunda, que atravessa economia, política e filosofia. A prosa é densa, mas acessível, convidando o leitor a refletir sobre questões complexas como justiça social, desigualdade e desenvolvimento humano. O ritmo oscila entre análises detalhadas e momentos de narrativa pessoal, criando um contraste que humaniza temas abstratos. A tensão central está na busca por respostas práticas para dilemas morais, sem perder de vista as múltiplas perspectivas que compõem sociedades diversas. Em suas obras, Sen convida a um diálogo contínuo, onde a razão pública e a pluralidade de opiniões são essenciais para entender e enfrentar os desafios sociais.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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