
Título: Destinos de Papel
Autor: Luciane Rangel
Sinopse: Rebeca tem algumas regras que sempre costuma seguir à risca. Ou melhor, quase sempre. Bem, na verdade, seguir regras não é exatamente o seu forte. Com o coração partido por um trauma do passado, ela vive a vida como se não houvesse amanhã, nunca se apegando a ninguém e sem se preocupar com seu futuro. Mas tudo muda quando consegue estágio de Psicologia em uma grande escola, passando a ser uma espécie de conselheira para os alunos. Uma grande ironia, uma vez que ela sequer consegue aconselhar a si mesma. Sua principal paciente, Júlia Nakagawa, é uma garota-problema que detém o estranho dom de prever o futuro ao tocar nas pessoas. Mas não é apenas Júlia que entra na vida dessa jovem desmiolada. Um grande amor também se faz presente, abalando suas estruturas e fazendo com que sejam desrespeitados os limites que ela mesma impôs para si. Porém, Júlia parece conhecer um segredo que pode mudar a vida de muitas pessoas, inclusive a de Rebeca. Para sempre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Destinos de Papel”, de Luciane Rangel, publicado pela editora Qualis Editora, em 2016 e com 278 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Qualis Editora
Páginas: 278
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Qualis Editora costumam explorar narrativas que transitam entre o romance contemporâneo e o sobrenatural, mesclando emoções intensas com elementos de mistério e fantasia. As histórias frequentemente apresentam protagonistas jovens ou adultos enfrentando desafios pessoais, desde segredos familiares até conflitos internos, em cenários que vão do século XIX a ambientes urbanos atuais. O tom varia entre o dramático e o sensual, com ritmo que alterna momentos de tensão e introspecção, convidando o leitor a mergulhar em tramas de amor, superação e descobertas. O catálogo revela ainda uma preocupação em abordar temas sociais e existenciais, como diversidade, preconceito e autoconhecimento, em narrativas que podem ser mais narrativas ou mais reflexivas.
