
Título: Deu no New York Times
Autor: Larry Rohter
Sinopse: O jornalista americano Larry Rohter trabalhou como correspondente do New York Times no Brasil entre 1999 e 2007. Ele já havia desempenhado a mesma função no final da década de 1970 e começo dos anos 1980 na revista Newsweek e no jornal The Washington Post. Ao longo dessas quatro décadas, ele entrevistou presidentes, anônimos, viajou do Oiapoque ao Chuí. Foram mais de quinhentas reportagens publicadas só pelo jornal nova-iorquino. Deu no New York Times é fruto das experiências vividas por Rohter, durante esses anos todos, nos vários Brasis que o Brasil abriga. O livro reúne textos inéditos nos quais ele analisa o país sob uma ótica singular – a de um jornalista experiente, profundo conhecedor da nossa nação, escrevendo para o diário mais importante do mundo –, tratando de política, cultura, meio ambiente e raça, entre outros temas. Além disso, o autor revela pela primeira vez os bastidores da tentativa, por parte do governo Lula, de expulsá-lo do país. Deu no New York Times traz ainda algumas das suas melhores reportagens sobre o Brasil e os brasileiros – e comentários sobre elas – feitas para o jornal americano. O resultado é um retrato ao mesmo tempo contundente e apaixonado do país, que passa longe, muito longe, do Brasil “para gringo ver”.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Deu no New York Times”, de Larry Rohter, publicado pela editora Objetiva, em 2008 e com 416 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Objetiva
Páginas: 416
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
