
Título: Deus na Filosofia do Século XX
Autor: GIORGIO PENZO
Sinopse: Todas as diversas expressões filosóficas do século XX apresentadas nesse volume podem ser tidas como tentativas de resposta à pergunta fundamental de Heidegger, qual seja: de que modo Deus entra no filosofar. Não se tem a pretensão de dar uma resposta definitiva à questão, que permanece sempre aberta. Mas esse volume sobre a presença de Deus na filosofia do século XX pode ser considerado parte integrante de outro volume, a ser proximamente publicado pela Loyola, sobre as diversas interpretações de Deus dadas pelos teólogos do século XX (A teologia do século XX, Loyola, São Paulo, 1998). Nessas duas obras, pode-se observar como no problema de Deus abordado no contexto de um pensar pós-metafísico, não só os teólogos são influenciados pelos filósofos, mas também os filósofos o são pelos teólogos. Esta constatação leva-nos a refletir sobre a relação entre teologia e filosofia que, justamente no século XX, parece ter superado a distinção ambígua, típica dos séculos anteriores.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Deus na Filosofia do Século XX”, de GIORGIO PENZO, publicado pela editora Edições Loyola, em 1998 e com 664 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 664
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515016214
ISBN13: 9788515016211
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,950
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 4,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
