
Título: Deus Não Gosta de Nós
Autor: Hank Moody
Sinopse: Há livros que são adaptados para o grande ecrã e livros que dão origem a séries. E também há séries que inspiram livros que, por sua vez, viram filme. É o caso. "Deus Não Gosta de Nós", de Hank Moody, nasceu na série Californication, tornou-se real e passou pelas salas de cinema do mundo inteiro. Considerado uma obra-prima da ironia, o livro de Hank Moody, interpretado por David Duchovny, tem sexo (e muito), drogas e rock’n' roll, bem ao jeito da série. Os vícios são mais que muitos (no que à personagem diz respeito) mas as virtudes (do livro) não se ficam atrás.Na série, Hank Moody é um escritor famoso de Nova Iorque que perdeu a inspiração depois do bestseller «God Hates us All» (que deu origem ao filme "A Crazy Little Thing Called Love"), uma personagem tão peculiar como grotesca, numa curiosa mistura entre um D. Juan com um cavaleiro andante.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Deus Não Gosta de Nós”, de Hank Moody, publicado pela editora Marcador, em 2010 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Marcador
Páginas: 196
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897241353
ISBN13: 9789897241352
Sobre a editora
Os livros da editora Marcador costumam apresentar narrativas que exploram intensamente as relações humanas, seja no âmbito do amor, da família ou dos conflitos internos. Muitas obras se desenrolam em cenários históricos ricos, com personagens envolvidas em dilemas pessoais e sociais, como guerras, revoluções e transformações culturais. O tom varia entre o intimista e o dramático, com ritmo que ora acelera em tramas de suspense e ação, ora desacelera para reflexões profundas e emocionais. Há também espaço para textos que misturam humor e crítica social, trazendo uma diversidade que permite ao leitor transitar entre o romance, o thriller filosófico e o ensaio bem-humorado. Esse equilíbrio entre narrativas mais densas e outras mais leves sugere um catálogo que valoriza tanto a complexidade das emoções quanto a agilidade das histórias.
