
Título: Deus - Um Delírio: de Darwin à Loucura
Autor: Jorge Luiz Sperandio
Sinopse: Este livro é uma reflexão sobre o Cristianismo histórico, a partir da crítica formulada por Richard Dawkins na obra “Deus um delírio”. “Dialogando” com Dawkins , Sperandio argumenta sobre os equívocos que resultam da interpretação simbólica das Escrituras: se a Criação, o Paraíso e Adão são mitos da infância da humanidade, então, de fato, a Cruz do Novo Testamento nada mais é que uma “punição indireta pelo pecado simbólico de um individuo inexistente”. O autor argumenta que, se por um lado, a liberalidade da interpretação simbólica inviabiliza a compreensão bíblica como um todo, por outro, a interpretação literal tem- se mostrado tímida demais, diante das diversidades descritas dos capítulos iniciais do Gênesis. Sperandio defende o emprego da linguagem conceitual na leitura das primeiras narrativas bíblicas
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Deus – Um Delírio: de Darwin à Loucura”, de Jorge Luiz Sperandio, publicado pela editora All Print, em 2011 e com 158 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: All Print
Páginas: 158
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577189341
ISBN13: 9788577189342
Sobre a editora
Os livros da editora ALL PRINT apresentam uma diversidade que vai do cotidiano urbano às reflexões existenciais, sempre com um olhar atento às emoções humanas e às relações interpessoais. O catálogo traz narrativas que transitam entre o real e o imaginário, com histórias que exploram desde dramas pessoais até aventuras em mundos fantásticos e crônicas da vida diária. Muitas obras privilegiam o desenvolvimento de personagens em contextos marcados por desafios internos, como conflitos afetivos, descobertas e superações, enquanto outras abordam temas mais informativos ou didáticos, como terapias alternativas e relatos históricos. O tom varia entre o intimista e o descritivo, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto dinâmico, dependendo do foco da obra. Essa variedade sugere um público leitor interessado em experiências literárias que mesclam emoção, reflexão e aprendizado.
