
Título: Dia de Matar Porco
Autor: Charles Kiefer
Sinopse: Ariosto Ducchese escapou de uma morte por hemorragia depois de sangrar por dias. No quarto do hospital, ele vê sua mãe, já falecida — o fantasma dela ou efeito dos medicamentos? Com isso, ressurgem também todas as memórias e assombrações da vida no campo deixada para trás há mais de trinta anos, as relações familiares, os rituais — incluindo o dia de matar porco, quando os meninos se credenciam para as atividades da vida adulta. Ariosto, hoje advogado bem-sucedido, refaz seu caminho de volta a Pau D’Arco, sua cidade natal, relembrando todos os tipos de emprego, as moradias e as experiências, até chegar e se estabelecer em Porto Alegre. Ele reconta a história da sua vida — para ele mesmo, e para seus leitores — e examina questões literárias, filosóficas e culturais, retornando a um ambiente de brutalidade, mas de muita união, onde se forjou o homem nas veias da terra. Dia de matar porco é o primeiro romance publicado por Kiefer depois de um hiato de 12 anos sem lançar uma narrativa longa inédita.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Dia de Matar Porco”, de Charles Kiefer, publicado pela editora Dublinense, em 1969 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Dublinense
Páginas: 112
Ano: 1969
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8583180504
ISBN13: 9788583180500
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Dublinense costumam apresentar uma leitura que mescla densidade emocional e experimentação formal, com narrativas que exploram tanto o íntimo quanto o social. É comum encontrar personagens em jornadas de autoconhecimento ou em situações-limite, como deslocamentos geográficos, crises políticas e conflitos pessoais, que revelam camadas complexas da existência humana. O tom varia entre o reflexivo e o tenso, com passagens que transitam entre a prosa poética e o realismo cru, sempre com atenção a detalhes cotidianos e culturais. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que desafiam formatos tradicionais e outras que se apoiam em narrativas mais lineares, mas todas com uma linguagem cuidadosa e imagens vívidas.
