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Dialética Negativa

Título: Dialética Negativa

Autor: Theodor W. Adorno

Sinopse: Dialética Negativa é uma das obras fundamentais de Adorno e, dentre os seus trabalhos mais sistêmicos, é o mais bem acabado. Na origem, dever-se-ia constituir em um dos três pilares do pensamento do filósofo, juntamente com Teoria Estética e um projeto sobre filosofia moral, que nunca chegou a ser concretizado. Inscrita na tradição da Teoria Crítica, a Dialética Negativa recupera a questão central dessa vertente: a emancipação do homem. Para atingir essa emancipação, contra os vetores opressivos da sociedade moderna, Adorno retoma o método filosófico inicialmente apresentado por Hegel: a dialética. No entanto, Adorno inverte o princípio mesmo de funcionamento deste método. Em vez de basear o conhecimento humano sobre a identidade (na consciência) entre os objetos e o sujeito pensante (como Aufhebung em Hegel), a dialética de Adorno é um conhecimento agudo da não identidade entre sujeito e objeto. Em outras palavras, a dialética negativa é a consciência dessa diferença e da impossibilidade abarcar o todo por meio do simples pensamento.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Dialética Negativa”, de Theodor W. Adorno, publicado pela editora Jorge Zahar, em 2009 e com 351 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Jorge Zahar

Páginas: 351

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8537801437

ISBN13: 9788537801437

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de THEODOR W. ADORNO é um mergulho denso e rigoroso na crítica da sociedade contemporânea, onde a arte e a estética são tratadas como espaços de resistência e reflexão. A prosa, muitas vezes aforística e fragmentada, cria uma tensão constante entre o pensamento filosófico profundo e a crítica social aguda, exigindo do leitor atenção para captar as sutilezas. O ritmo pode oscilar entre passagens densas e momentos de clareza quase poética, revelando uma escrita que não se entrega a simplificações. Em seus textos, a experiência é marcada por um diálogo entre o intelectual e o emocional, onde a arte aparece como um campo de disputa entre autonomia e mercantilização. Os livros de THEODOR W. ADORNO desafiam o leitor a questionar o papel da cultura e da subjetividade no mundo moderno, deixando uma inquietação sobre a possibilidade de emancipação.

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