
Título: Diário de Bordo
Autor: Cecília Meireles
Sinopse: A história de Cecília começa antes de seu nascimento, inicia-se nos Açores, onde nasceram seus antepassados. A beleza e o silêncio do mar foram enriquecidos com os mistérios e o lado obscuro da morte – revelando uma poesia mística, lírica e serena. Diário de Bordo (Global Editora, R$ 195,00, 192 páginas) é o relato de uma viagem marítima, com destino a Portugal, que durou 22 dias. Os textos, em bela prosa, descrevem, inúmeras vezes, o matrimônio entre os mistérios do oceano e os céus enormes, em que procurou captar as constantes mudanças de cor e movimento, conforme as horas do dia, as nuvens, a força e a direção dos ventos. A obra é composta também por ilustrações de Fernando Correia Dias, artista plástico português e marido da poeta, que a acompanhou nessa viagem. As crônicas e ilustrações foram publicadas pelo diário A Nação, sob o título Diário de Bordo. Ilustrações de Fernando Correia Dias e Prefácio por Jussara Pimenta
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diário de Bordo”, de Cecília Meireles, publicado pela editora Global, em 2015 e com 192 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Global
Páginas: 192
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Global apresentam uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e formal, que vai da poesia com jogos de linguagem e sonoridade refinada a narrativas curtas que exploram a condição humana em suas múltiplas facetas. O catálogo reúne obras que mesclam reflexão social e política, biografias, literatura infantil e juvenil com forte apelo visual, além de textos que convidam à meditação e ao autoconhecimento. O tom varia entre o lírico e o crítico, com frequência imerso em contextos históricos ou culturais específicos, como a cultura indígena ou o cenário brasileiro contemporâneo. Essa variedade sugere uma curadoria que valoriza tanto a densidade literária quanto a acessibilidade, com atenção a diferentes públicos, do leitor infantil ao adulto interessado em ensaios e crônicas.
