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Diario de Guerra

Título: Diario de Guerra

Autor: Ingeborg Bachmann

Sinopse: Este es el verano más hermoso de mi vida», escribe una joven en su diario en junio de 1945, apenas terminada la Segunda Guerra Mundial. No se trata de una joven cualquiera, y tampoco es un verano cualquiera. Ingeborg Bachmann consigna en él su experiencia del final de la guerra en Carintia (Austria) y la liberación del régimen nacionalsocialista. Su euforia no sólo viene motivada por la tan deseada llegada de la paz, sino también por la relación con un soldado británico de origen judío de nombre Jack Hamesh. El encuentro y las conversaciones con aquel joven nacido en Viena que en 1938, con 18 años, tuvo que abandonar su ciudad natal, la marcaron profundamente. Al contenido del diario propiamente dicho se unen, en esta edición, las cartas que él le escribió en 1946 y 1947, tras su retorno a Palestina, en el momento en que el Estado de Israel empieza a configurarse. En ellas le revela cómo ella le devolvió la fe en el ser humano. El resultado es un testimonio único y conmovedor del diálogo entre los hijos de las víctimas y de los verdugos.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diario de Guerra”, de Ingeborg Bachmann, publicado pela editora Ediciones Akal, S.A, em 2012 e com 112 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Ediciones Akal, S.A

Páginas: 112

Ano: 2012

Edição:

Linguagem: pt_BR

ISBN: 8446035340

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ingeborg Bachmann revela um universo marcado por tensões internas profundas, onde o lírico se entrelaça com o dramático em narrativas que exploram a complexidade da existência humana. O ritmo varia entre momentos de contemplação introspectiva e passagens de intensidade emocional, criando uma experiência que oscila entre o íntimo e o externo, o silêncio e o conflito. A prosa e os poemas frequentemente se apoiam em imagens contrastantes, como luz e sombra, verdade e dúvida, que convidam o leitor a refletir sobre as contradições da identidade e das relações. A construção dos personagens é marcada por uma sensibilidade aguda às nuances psicológicas, especialmente em situações-limite que envolvem amor, perda e busca por sentido. Em meio a essa densidade, há também uma delicada musicalidade na linguagem, que confere um ritmo próprio e uma atmosfera quase palpável.

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