
Título: Diário de Lô
Autor: PERA, PIA
Sinopse: Um professor francês de meia idade, radicado nos Estados Unidos, vive uma insensata história de amor com uma adolescente. Eis a trama de Lolita , clássico de Vladimir Nabokov, que, publicado nos anos 50, causou um tremendo escândalo, tornando-se a partir daí uma referência no imaginário de várias gerações. Conhecemos bem essa história pela ótica do professor, mas o que sabemos dos sentimentos de Dolores, a jovem inocente e provocante que inaugurou a categoria das ninfetas? Foi pensando nessa sedutora personagem que Pia Pera escreveu DIÁRIO DE LÔ . Através de um refinado jogo literário, a escritora italiana baseia-se num suposto diário de Lolita para estabelecer um novo foco sobre esta personagem. O livro revela as secretas memórias escritas por Dolores entre 1946 e 1949, dos 12 aos 15 anos, enquanto mantinha um caso de amor clandestino com o professor Guibert. No diário, encontramos o ponto de vista sarcástico de uma garota do interior dos Estados Unidos, órfã de pai, às voltas com uma mãe vulgar e egoísta e com uma sensualidade feb
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diário de Lô”, de PERA, PIA, publicado pela editora Objetiva, em 1997 e com 340 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Objetiva
Páginas: 340
Ano: 1997
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573021292
ISBN13: 9788573021295
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
