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Diário de Luto

Título: Diário de Luto

Autor: Barthes Roland

Sinopse: No dia seguinte ao da morte da sua mãe, a 25 de Outubro de 1977, Roland Barthes começa um "Diário de Luto". Escreve a tinta, e por vezes a lápis, em fichas que ele próprio prepara a partir de folhas de papel A4 cortadas em quatro, e das quais mantém sempre uma reserva em cima da sua mesa de trabalho. Enquanto redige este Diário, Roland Barthes prepara o seu curso para o Collège de France sobre "O Neutro" (Fevereiro-Junho de 1978), escreve o texto da conferência intitulada "Longtemps je me suis couché de bonne heure" (Dezembro de 1978), publica um grande número de artigos em diferentes jornais e revistas, escreve A Câmara Clara entre Abril e Junho de 1979, redige algumas páginas do seu projecto "Vita Nova" durante o Verão de 1979, prepara o seu duplo curso para o Collège de France sobre "La Préparation du roman" (Dezembro de 1978 - Fevereiro de 1980). No princípio de cada uma destas obras maiores, todas elas explicitamente postas sob o signo da morte da mãe, encontram-se as fichas do "Diário de Luto".

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Diário de Luto”, de Barthes Roland, publicado pela editora Edições 70, em 2009 e com 268 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Edições 70

Páginas: 268

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 9724415937

ISBN13: 9789724415932

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,360
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 16,00
  • Espessura (cm): 1,36

Sobre o autor

A leitura dos livros de BARTHES ROLAND é um convite para mergulhar na linguagem e seus múltiplos desdobramentos, onde o ritmo varia entre o rigor conceitual e a fluidez de um pensamento que se reinventa. A experiência é marcada por uma tensão constante entre o abstrato e o concreto, com textos que oscilam entre a análise detalhada da escrita, da linguagem e dos signos, e momentos de reflexão quase poética sobre a memória e o desejo. A prosa pode ser ao mesmo tempo densa e acessível, com uma construção que privilegia a inteligência do leitor e o estimula a questionar o papel do texto, da leitura e da escrita. Há uma presença forte da crítica e da semiologia, mas também um olhar atento ao cotidiano e às formas culturais, como a moda e o teatro. Essa diversidade torna a leitura tanto desafiadora quanto recompensadora, deixando no leitor perguntas sobre o poder da linguagem e a natureza do significado.

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Sobre a editora

Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.

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