
Título: Diário de Raquel
Autor: Marcos Rey
Sinopse: Marcos Rey, sempre talentoso em retratar tipos urbanos em suas narrativas, em Diário de Raquel conta, de forma envolvente, a trajetória arriscada de uma menina de rua, perseguida por um homem perigoso e violento que deseja matá-la. Suspense, mistério, personagens bem construídos e sérias questões sociais – drogas, marginalidade, fome, miséria, entre outras – fazem dessa história uma leitura sensível e realista das grandes metrópoles brasileiras. Tia Vera descia as escadas da ladeira da Memória quando viu num canto uma agenda verde sob folhas de árvore. Pegou a agenda e abriu-a. Estava toda escrita com letra caprichada, de mulher, a julgar pelos rococós. Dirigiu-se à sua “casa”, um ângulo sob um viaduto, protegido por um tapume que ela arrastara até lá para esquivar-se do vento.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Diário de Raquel”, de Marcos Rey, publicado pela editora Global Editora, em 2011 e com 104 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Global Editora
Páginas: 104
Ano: 2011
Edição: Literatura Infantojuvenil
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8526015184
ISBN13: 9788526015180
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,170
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 15,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Global Editora apresentam uma diversidade que vai do resgate da literatura oral e folclórica brasileira a narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais. O catálogo traz desde histórias infantis que estimulam a imaginação e o aprendizado, com vocabulário acessível e ilustrações cuidadosas, até textos que abordam temas densos como o horror do fascismo e a luta pela memória histórica. A linguagem varia entre o poético e o didático, com obras que dialogam tanto com o público jovem quanto com leitores interessados em antropologia, educação e literatura crítica. Essa pluralidade cria um ritmo editorial que ora convida à fantasia e ao encantamento, ora instiga reflexões profundas sobre identidade, cultura e convivência.
