
Título: Diário de Um Carioca
Autor: Edmilson Pereira
Sinopse: Ao transcrever certos fatos para este meu livro autobiográfico, eu sabia que teria de falar sobre assuntos e pessoas que passaram pela minha vida e que não me deixaram nenhuma saudade: meus irmãos; minha irmã; meu cunhado, Gilson (líder do tráfico de drogas); alguns colegas de trabalho; e principalmente de policiais bandidos que conheci. Falar sobre as cidades onde vivi e aprendi a sobreviver é gratificante: Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Divinópolis, em Minas Gerais; Foz do Iguaçu, no Paraná; e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Dias depois de eu ter entrado no Exército, em 1982, minha mãe veio a falecer. Quando dei baixa no quartel, pensei que o pior momento da minha vida tinha acabado. Doce ilusão de um jovem carioca de 29 anos; o pior, o meu calvário, estava só começando. Neste meu primeiro livro, 'Diário de um Carioca', eu, Edmilson Pereira (Edmilson Carioca), escrevo sobre fatos reais (verídicos) que aconteceram comigo entre os anos 1982 e 2016, e os motivos pelos quais nunca retornei para a minha cidade natal, o Rio de Janeiro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diário de Um Carioca”, de Edmilson Pereira, publicado pela editora Buqui, em 2017 e com 64 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Buqui
Páginas: 64
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788583383352
Sobre a editora
Os livros da editora Buqui oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e por narrativas que transitam entre o pessoal e o social. O catálogo apresenta obras que exploram histórias de superação, memórias e relatos biográficos, ao lado de reflexões sobre questões contemporâneas como finanças pessoais, carreira e reputação. Há também textos que misturam ficção com elementos reais, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre o cotidiano e a cultura. O tom varia entre o direto e o didático, o humor irônico e o emotivo, com ritmos que vão do ensaio analítico à narrativa envolvente. Essa variedade sugere que a Buqui privilegia livros que dialogam tanto com leitores interessados em temas práticos quanto com aqueles que buscam histórias humanas e críticas sociais.
