
Título: Diário de uma Ilusão
Autor: Philip Roth
Sinopse: Quem narra boa parte de Diário de Uma Ilusão é Nathan Zuckerman, presente em outros livros posteriores. Roth exercita uma metalinguagem saudável, explodindo facetas de seu ego em alguns personagens. Assim como há dele em Zuckerman, Lonoff, o monolito a devastar neste romance, também é um espelho de si mesmo. Este último habita os ermos rurais, e nem lá se adapta, xaropíssimo ermitão a resmungar e datilografar em sua ultrapassada máquina de escrever.Em Diário de Uma Ilusão, o título da versão brasileira precisa ser esquecido, terminantemente esquecido: é um horror, e denigre Roth justamente na obra que ele dedica a Milan Kundera, o rei dos títulos fantasticamente bons.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diário de uma Ilusão”, de Philip Roth, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1982 e com 146 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 146
Ano: 1982
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
