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Diario di Guerra

Título: Diario di Guerra

Autor: Benito Mussolini

Sinopse: Quando l’Italia entrò in guerra nel 1915, rinunciando alla sua neutralità e rompendo gli accordi della Triplice Alleanza, inviò mezzo milione di soldati sul fronte nord orientale per respingere gli Austro-Ungarici. Benito Mussolini aveva allora trentadue anni. Giornalista e già direttore dell’Avanti!, nel 1914 aveva fondato a Milano il quotidiano Il Popolo d’Italia: quando fu richiamato alle armi l’anno successivo, il suo nome era certamente già molto conosciuto. Nonostante la sua posizione avrebbe potuto favorirgli impieghi meno pericolosi e nonostante le proposte che gli furono avanzate anche sul campo di battaglia, Benito Mussolini scelse di restare al fronte, in prima linea, con il fucile in spalla a scavare trincee oltre l’Isonzo, a respingere il nemico e spostare reticolati sotto il fuoco d’artiglieria. Questo diario, è il racconto quotidiano senza veli, della Prima Guerra Mondiale vissuta dal bersagliere Benito Mussolini. Un documento storico della determinazione e del coraggio che animavano gli Italiani, i nostri nonni, un secolo orsono; i nomi di commilitoni, ufficiali di complemento e ufficiali superiori, la visita di re Vittorio Emanuele, date e avvenimenti bellici della storia del nostro Paese.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diario di Guerra”, de Benito Mussolini, publicado pela editora RLI Classici, em 2018 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: RLI Classici

Páginas: 124

Ano: 2018

Edição:

Linguagem: italiano

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Benito Mussolini oferece um mergulho direto na voz e nas ideias que moldaram o fascismo italiano, com um tom que varia entre o assertivo e o documental. A prosa pode ser densa em conceitos políticos, mas também se abre para relatos pessoais e momentos de testemunho histórico, criando um contraste entre discursos ideológicos e narrativas de experiência vivida. O ritmo oscila entre passagens mais teóricas, que exigem atenção para captar nuances, e trechos mais narrativos, que trazem uma sensação de imediatismo e presença no tempo. A tensão surge da confrontação entre a defesa enfática de uma doutrina política e a exposição de episódios que revelam a personalidade complexa do autor. Os livros de Benito Mussolini convidam o leitor a refletir sobre o papel do Estado, da coletividade e da autoridade, deixando em aberto questões sobre poder e identidade nacional.

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