
Título: Diary of a Bad Year
Autor: J. M. Coetzee
Sinopse: An eminent, seventy-two-year-old Australian writer is invited to contribute to a book entitled 'Strong Opinions'. It is a chance to air some urgent concerns. He writes short essays on the origins of the state, on Machiavelli, on anarchism, on Al-Qaida, on intelligent design, on music. What, he asks, is the origin of the state and the nature of the relationship between citizen and state? In the laundry - room of his apartment block he encounters an alluring young woman. When he discovers she is between jobs he claims failing eyesight and offers her work typing up his manuscript. Anya has no interest in politics but the job provides a distraction, as does the writer’s evident and not unwelcome attraction toward her. Her boyfriend, Alan, an investment consultant who understands the world in harsh neo-liberal economic terms, has reservations about his trophy girlfriend spending time with this 1960s throwback. Taking a lively interest in his affairs, Alan begins to formulate a plan.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Diary of a Bad Year”, de J. M. Coetzee, publicado pela editora Penguin Books, em 2007 e com 231 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 231
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: inglês
ISBN: 0670018759
ISBN13: 9780670018758
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
