
Título: Dicionario de Linguas Imaginarias
Autor: Olavo Amaral
Sinopse: Os Yualapeng são uma tribo peculiar na América do Sul. Sua língua não admite a existência dos verbos "ir" e "vir". Eles apenas voltam, num movimento que os leva sempre ao lugar de origem. Inconformado com tal lacuna, Gérard Valdès, o linguista francês que os estuda, tenta lhes ensinar outros conceitos de deslocamento, e as consequências irão afetar sua própria forma de pensar. "Estava morrendo de palavras", diz o narrador de outro conto. Diagnosticado com uma fibrose na glote, e perdendo aos poucos a capacidade da fala, ele decide viajar aos confins da Sibéria para conviver com um povo nômade, os Skali, donos de um dos idiomas mais rudimentares do mundo, em uma expedição rumo ao fim da linguagem. Escritor e cientista, Olavo Amaral mescla fatos e fantasia, narrativas labirínticas e distopias, na tradição dos grandes autores que escapam do realismo para tratar dos temas cruciais da situação humana.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Dicionario de Linguas Imaginarias”, de Olavo Amaral, publicado pela editora Alfaguara, em 2017 e com 128 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Alfaguara
Páginas: 128
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8556520391
ISBN13: 9788556520395
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 23,40
- Largura (cm): 15,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Alfaguara convidam o leitor a mergulhar em narrativas que transitam entre o suspense intenso e a reflexão profunda sobre temas sociais contemporâneos. Em seu catálogo, convivem histórias que exploram desde crimes reais e suas consequências culturais até trajetórias pessoais marcadas por perdas e reconstruções, frequentemente ambientadas em contextos latino-americanos ou europeus. A prosa costuma alternar entre o ritmo acelerado de thrillers e o tom mais contemplativo de romances que investigam memórias e identidades, apresentando personagens complexos em situações limite. A diversidade de vozes sugere uma preferência por obras que desafiam o leitor a acompanhar tramas intricadas, ora com tensão crescente, ora com uma escrita mais densa e poética.
