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Dicionario de lugares imaginarios

Título: Dicionario de lugares imaginarios

Autor: Alberto Manguel

Sinopse: Um guia de viagem sobre lugares inventados pela literatura universal e brasileira - como Oz, Xanadu, Atlântida, o País das Maravilhas, o Sítio do Pica-Pau Amarelo e Pasárgada. Cenários consagrados existem ao lado de lugares menos conhecidos - mas não menos surpreendentes -, como Hooloomooloo, Frívola e Cacklogallinia, entre outros.O Dicionário de lugares imaginários, de Alberto Manguel e Gianni Guadalupi, é um guia de viagem por lugares inexistentes - ou melhor, existentes apenas no terreno imaginário da ficção. Os autores fizeram um amplo levantamento de paisagens estranhas e exóticas, de cidades, países, ilhas, paraísos utópicos, mundos subterrâneos, muitos deles cenários de aventuras incríveis e, muitas vezes, absurdas.O livro percorre a história da literatura, da Abadia de O nome da rosa ao País das Maravilhas, passando por locais menos famosos como Agzceaziguls e Cacklogallinia. Só não foram considerados paraísos, infernos e lugares localizados no futuro. Cada verbete é uma pequena obra de ficção inteligente e bem-humorada. Os locais são tratados como se de fato existissem, com descrições detalhadas, fiéis à fonte original. Entre as diversas informações, há a localização geográfica e a história dos lugares, o comportamento de seus habitantes, a flora e a fauna, pontos turísticos e até recomendações gastronômicas. Mapas e ilustrações enriquecem os tópicos.O viajante literário tem a oportunidade de conhecer paisagens inusitadas como Frívola, a terra das maravilhas tênues, com seus cavalos tão frágeis que ninguém pode montá-los. Ou Capilária, região povoada por mulheres loiras gigantescas que devoram os bullpops (criaturas pequenas e indefesas, semelhantes a órgãos sexuais masculinos). Ou ainda Pauk, uma sala vazia cujo único habitante é uma aranha gigantesca.Diferente de uma obra de referência usual, utilizada apenas para consultas eventuais, o Dicionário de lugares imaginários pode ser lido linearmente do começo ao fim. Esta edição foi enriquecida com alguns lugares famosos da literatura brasileira, como Antares, o Ateneu, o Sítio do Pica-Pau Amarelo, o Liso do Sussuarão e a lendária Pasárgada, do poeta Manuel Bandeira.

Contexto da obra

Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Dicionario de lugares imaginarios”, de Alberto Manguel, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2003 e com 512 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 512

Ano: 2003

Edição: 1

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8535904255

ISBN13: 9788535904253

  • Encadernação: BROCHURA
  • Peso (kg): 0,816
  • Altura (cm): 23,00
  • Largura (cm): 17,00
  • Espessura (cm): 2,80

Sobre o autor

A leitura dos livros de Alberto Manguel é um convite a explorar a relação íntima entre leitor, texto e memória, com uma prosa que equilibra erudição e acessibilidade. A experiência é marcada por um ritmo contemplativo, que combina reflexões profundas sobre o ato de ler com narrativas que se desdobram em múltiplas camadas, ora fragmentadas, ora lineares. Há uma tensão constante entre o passado e o presente, entre o real e o imaginado, que mantém o leitor atento às nuances do texto. O tom varia entre o lírico e o analítico, com momentos de humor sutil e uma sensibilidade que permeia as descrições de bibliotecas, personagens e histórias. Nos livros de Alberto Manguel, o leitor é levado a questionar o significado da leitura, da escrita e da memória, em um diálogo que se estende para além das páginas.

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Sobre a editora

Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.

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